Mentoring
Há decisões que não se tomam sozinho. Não por falta de competência mas por falta de espelho.
O mentoring distingue-se do coaching numa coisa simples: o mentor traz a sua propria experiência para a conversa. Não é neutro nem finge que é.
Serve sobretudo quem está numa posição em que já não tem com quem falar francamente, fundadores, directores, pessoas que se tornaram a referência dos outros e ficaram sem referência para si.
É um trabalho de anos, não de meses. Mede-se por melhores tomadas de decisão e não por sensações no final de cada sessão.

- Perceber se é mesmo isto
Muita gente faz mentoring quando precisa de coaching, e o contrário também acontece.
- Estabelecer a cadência
Regular e longa. O valor está na continuidade.
- Trazer as decisões reais
Não as hipotéticas, mas sim as que estão em cima da mesa esta semana.
- Rever de seis em seis meses
Para não se tornar um hábito confortável e inútil.
E quando és tu a referência dos outros?
Há momentos em que aquilo que falta não é informação nem competência. É alguém de fora com quem possas pensar sem filtros. Se tens decisões importantes em cima da mesa e sentes falta desse espaço, podemos conversar.
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